Consolo de um dia de chuva



Ela já havia visto pela janela uma pequena nuvem escura que se pronunciava ao longe. Envolvida pela cena, vez ou outra ela retornava à janela para perceber a chegada inesperada. 
Era estranho porque até então, o céu estava tão claro! Mas, a nuvem veio e ela já imaginou toda cena...
Sem guarda-chuva, já estava cansada dessas chuvas torrenciais que abalam a tranquilidade, molham as roupas, nos trancam em casa...
Enquanto imaginava a cena, sofria com as consequências dela... E a nuvem escura que de tão próxima, parecia já imensa, a assustava... Era quase um vício: de minuto em minuto olhar a janela...
De repente, a nuvem parou. E dela, saiu chuva mansa, que ainda sim, necessitaria de um guarda-chuva, mas naquele momento, não parecia causar tanto pânico...
Ela então foi para rua, tentar voltar para casa... E deixou-se molhar! Desistiu do guarda-chuva. Os pingos a princípio frios e incômodos, tornaram-se serenos, macios e preguiçosos.
Logo a chuva foi passando, e ela percebeu que o sol começava a despontar... Ele sempre brilhava em algum lugar, era fato!
Para cada chuva, uma nuvem escura... Dela gotas ou dilúvios, mas um solzinho vai vir... Logo ou ao amanhecer!
1 Comentários
avatar

Hei Cris, blz!?
Pelo seu texto eu vi a chuva chegar! Legal! E depois da tempestade vem a ambulância! hehehehe (não resisti a piadinha infame)
bjo,
Fidel

Balas

Deixe seu comentário aqui:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...