Série de humor no Netflix? Grace and Frankie



Série de humor no Netflix

Quer uma dica de comédia no Netflix? Anote aí o seriado Grace and Frankie​. As personagens principais, vividas pelas atrizes veteranas, Jane Fonda e Lily Tomlin, estão na terceira idade, quando seus maridos, sócios em um escritório, revelam que estão apaixonados um pelo o outro e planejam se casar. Risada na certa!

Assim que seus parceiros, interpretados pelos atores, Martin Sheen e San Waterston, saem de casa para viverem juntos, após 20 anos se relacionando como amantes, Grace, uma perua antipática, se vê obrigada a morar na mesma casa com a eterna hippie Frankie.

A história do seriado é conduzida com muita leveza e humor! E aborda os problemas e preconceitos que pessoas da terceira idade vivem, deixando claro que faixa etária não é sinônimo de falta de desejos e novos objetivos de vida! 

A terceira temporada, que começou nesta sexta-feira, 24 de março, tem como mote o projeto de um vibrador para mulheres acima de 60 anos, idealizado pelas personagens principais, que com suas personalidades tão diferentes, se envolvem nas situações mais inusitadas!

Detalhe: Grace and Frankie é da mesma criadora da premiadíssima série Friends, Marta Kaufman, além de Howard Morris. 

Fique por dentro:
Lily Tomlin foi indicada tanto ao Globo de Ouro quanto ao Emmy por interpretar Frankie. 

Assista ao trailer oficial:

 


Quer ficar por dentro das novidades da série? 
www.facebook.com/GraceandFrankie

Imagem: Divulgação

Dica de livro: O tempo entre costuras

Dica de livro "O tempo entre costuras"
Quer uma dica de livro? Ler um romance que faz você colar os olhos em cada página da história? Eis minha sugestão da vez: "O tempo entre costuras", da escritora espanhola, Maria Dueñas. Confesso que há muito tempo não ficava tão apaixonada pela escrita de alguém. Mas, Dueña conseguiu com maestria desenvolver uma história que em certo momento dá até frio na barriga! 

"O tempo entre costuras" conta a história da costureira Sira Quiroga, que levava uma vida simples e sem surpresas, na Madrid da década de 1930. Num belo dia, porém, um homem envolvente e sedutor cruza seu caminho e tudo (absolutamente tudo!) muda na vida dela. 

A obra mistura personagens fictícios e reais relacionados a dois fatos históricos - a Guerra Civil Espanhola (1936-1939) e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) - e cria tramas de suspense, segredos e aventuras, em cenários que passam por Madrid, Marrocos e Lisboa. 

A trama é tão bem construída, que em 2013, se transformou em uma série de dezessete capítulos para um canal espanhol.

Vale a leitura!

Ficha Técnica

Título: O Tempo Entre Costuras 
Autora: Maria Dueñas (Tradução de Sandra Martha Dolinsky)
Editora: Planeta
Páginas: 480
Avaliação: 5/5 estrelas
Valor: R$26,90 (no site da Amazon)

Humor Veríssimo


 
Melhores frases de Luís Fernando Veríssimo
Fui apaixonada por ele durante um bom tempo. Afinal, sempre gostei de homens bem humorados e ele é um expert no assunto! Mas, como toda paixão, a minha também se transformou um dia. E hoje está guardada na estante das minhas boas memórias. Vez ou outra retorno para matar a saudade.

Foi assim que me tornei leitora assídua do escritor Luís FernandoVeríssimo, gaúcho, nascido em Porto Alegre, no dia 26 de setembro de 1936, e filho do grande escritor Érico Veríssimo. Apesar da fama de extremamente tímido e da aparência bonachona, Luís Fernando fez da ironia e do humor seus traços mais marcantes na literatura, nos cartuns e na televisão brasileira. Jornalista, começou sua carreira no Jornal Zero Hora, na capital gaúcha, no final de 1966. Mas foi como escritor que ficou conhecido nacionalmente.

Autor de dezenas de livros, entre eles, “Comédias para se ler na escola”, “Para gostar de ler”, “As mentiras que os homens contam”, “Sexo na cabeça”, “Todas as histórias do analista de Bagé”, criador de quadros para o programa “Planeta dos Homens”, da TV Globo, na década de 1970, além de crônicas que inspiraram séries de TV, como “A comédia da vida privada”, nos anos 1990, também na Globo, e “Amor Veríssimo”, mais recentemente, no canal GNT. E, ainda, criador de cartuns como “Aventuras da família Brasil” e “As cobras”.

Com 80 anos de idade, casado, pai de três filhos e avô, Veríssimo consegue inclusive ser um dos escritores mais citados na internet, recebendo a autoria, às vezes, de textos que nem foram escritos por ele. No entanto, como literatura e humor são uma mistura para bons e poucos, separamos algumas frases verdadeiras para você se deliciar e descontrair um pouco. Confira:

Tempos Modernos
“Uso o computador como uma máquina de escrever com memória, uso bastante o Google, que fornece erudição instantânea, e não poderia mais viver sem o e-mail. Mas não frequento muito a internet. E participaria de qualquer passeata contra o telefone celular.”

Carreira
“Até os 30 anos, fora umas traduções do inglês, eu nunca tinha escrito nada e não tinha intenção alguma de ser escritor. Muito menos jornalista. Foi quando eu comecei a trabalhar em um jornal, com mais de 30 anos, e me deram um espaço assinado para fazer. Foi aí que eu descobri que sabia fazer aquilo.”


Livros de Luís Fernando Veríssimo
Americanos
"É bom ser americano. Você ganha em dólar, não tem nenhuma dificuldade para dizer o “th” em inglês e, o melhor de tudo, nunca precisa crescer."

B
“É a primeira letra de Bach, Beethoven, Brahms, Béla Bartók, Brecht, Beckett, Borges e Bergman. Mas também de Bigorrilho, o que destrói qualquer tese.”

Casamento
“O casamento foi a maneira que a humanidade encontrou de propagar a espécie sem causar falatório na vizinhança.”

Selfie
“Tirar a própria fotografia é a terceira coisa mais íntima que uma pessoa pode fazer com ela mesma, depois da masturbação e do suicídio.”

Ler
“De certa maneira, livro é melhor do que sexo. Você pode tomar um uísque antes, depois e durante. Livro é sempre com a luz acesa. E livro nunca está com dor de cabeça.”

Política
“A desmoralização da política e dos políticos deve preocupar a todos, porque a falência da política é a falência da democracia. A conclusão de que o que não está funcionando é a própria democracia é perigosa. O que falta é mais democracia. Mais liberdade, igualdade e fraternidade, o trio maravilha.”



Aventuras da família Brasil - Cartum de Luís Fernando Veríssimo


Liberdade
“Eu desconfio que a única pessoa livre, realmente livre, é a que não tem medo do ridículo.”

Humor
“Só acredito naquilo que posso tocar. Não acredito, por exemplo, em Luiza Brunet.”

Mídia
“Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data.”

Autoconhecimento

“O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.”


Texto publicado primeiramente no site da Revista Ecológico

Muhammad Yunus:o banqueiro dos pobres



A biografia de Muhammad Yunus
O ano era 1976. O cenário é Chittagong, cidade de Bangladesh. Naquela época, Muhammad Yunus, com 36 anos, começou a fazer pequenos empréstimos para pessoas pobres sem as garantias e exigências tradicionais dos bancos comerciais. Chamado de Grameen Bank, a iniciativa deu tão certo que em 1983 tornou-se um banco oficial para fornecer empréstimos aos desprovidos, principalmente mulheres, na zona rural do país.

Quarenta anos depois, o Grameen Bank tem mais de 8,4 milhões de mutuários, 97% deles mulheres, e desembolsa mais de US$ 1,5 bilhão por ano. A taxa de juros do microcrédito é de 20% ao ano (aa). Para efeito de comparação, no Brasil, a taxa de microcrédito à pessoa física pela Caixa Econômica Federal é de 35,4% aa.  

Análise monetária que mostra o motivo pelo qual a iniciativa de Yunus foi além e inspirou exemplos por todo mundo, não somente para o fomento do microcrédito, mas para o impulso dos negócios sociais e melhor desenvolvimento econômico de regiões de baixa renda. Esses feitos, inclusive, fizeram o economista ficar conhecido como “o pai do microcrédito”. Contribuição que também ajudou a reduzir o índice de pobreza no país e fizeram dele o Prêmio Nobel da Paz em 2006.

Conheça, a seguir, algumas frases marcantes do economista bengalês:

Determinação
“Tudo o que fiz foi encarar de maneira simples os problemas que se apresentavam.”

Universidade
“O isolamento da universidade sempre me irritou. Qual a utilidade do conhecimento se ele não chega às pessoas? Em Bangladesh, tínhamos pessoas morrendo de fome. Faz sentido ensinar teorias tão bonitas, das quais somos tão orgulhosos, e elas não terem o menor significado na vida de quem não pode comer?”

Negócios Sociais
“Os negócios tradicionais têm o objetivo de maximizar o lucro. São voltados para o ganho individual, para o acúmulo individual de riqueza. Não somos máquinas de fazer dinheiro. Somos mais que isso. Temos outras dimensões. Há uma dimensão que não é voltada para nós mesmos, mas para os outros, para o coletivo.”

Capitalismo
“O modelo atual do capitalismo não é suficiente para nos satisfazer como seres humanos, porque não contempla todas as nossas dimensões.”
“Tudo o que dizem é ‘faça dinheiro, seja feliz’. Mas aí você ganha us$ 1 bilhão e não faz nada pelos outros. Para que serve us$ 1 bilhão? ‘Ah, dei emprego a muita gente.’ Sim, e pegou a riqueza para você. Concentração é tudo o que você produziu.”

A história de Muhammad Yunus
Yunus e as mulheres de Bangladesh: microcrédito permitiu novas oportunidades à população mais pobre - Imagem: Reprodução

Pobreza
“As frustações, a hostilidade e a raiva geradas pela pobreza não podem garantir a paz.”
“O único lugar onde a pobreza deve existir é em museus.”
“Dar dinheiro para os pobres não é uma solução para a miséria. É uma forma de mascarar o problema.”
“A pobreza não é uma condição natural dos seres humanos, e sim, uma imposição artificial.”

Empreendedorismo
“O ser humano é cheio de poder criativo, mas o sistema o reduz a mero trabalhador, capaz de fazer trabalhos repetitivos. Isso é vergonhoso, está errado. As pessoas precisam crescer sabendo que é uma opção se tornar empregado, mas que existe a possibilidade de ser empreendedor.”
“Todo mundo nasce empreendedor. Alguns tem a chance de libertar esse potencial. Outros nunca vão ter a chance ou nunca souberam que tinham essa capacidade.”
 “O empreendedorismo é uma solução mais eficaz do que programas assistencialistas.”

Bancos
“Por que uma pessoa tem que ser digna de um banco? Os bancos é que precisam ser dignos das pessoas.”


As frases de Muhammad Yunus
Yunus em Bangladesh: negócio social deu ao empreendedor o Prêmio Nobel da Paz  - Imagem: Reprodução

Quem é ele:
Nascido em 1940 na cidade de Chittagong, Bangladesh, Muhammad recebeu, em 1965, uma bolsa para estudar economia na Universidade de Vanderbilt nos EUA, recebendo quatro anos depois o título de Ph.D.
Em 1972, o economista bengalês retorna a sua cidade natal como presidente do Departamento de Economia da Universidade, e alguns anos depois, inicia o projeto de microcrédito.
Desde 2011, Yunus está afastado do Grameen Bank, mas sua veia empreendedora permanece, se dedicando a outros negócios sociais que fundou paralelamente ao banco de microcrédito. Entre eles, uma companhia que vende painéis de energia solar de baixo custo, uma escola de enfermagem e um hospital oftalmológico. Além de também ter lançado livros sobre sua área de atuação, tal como, “O banqueiro dos pobres” da Editora Ática.

Saiba mais:

*Publicado originalmente no site da Revista Ecológico


Escolhas da vida

Texto sobre escolhas da vida
Às vezes amar alguém é fazer uma soma de escolhas que dizem respeito ao nosso bem-estar. Alguns podem chamar isso de egoísmo, outros de amor-próprio. Mas, amar alguém significa reconhecer no parceiro suas próprias fortalezas, e muitas vezes, fazer com que novas forças surjam por meio das limitações de quem está conosco.

O que nos alimenta na pessoa que diz nos amar?

O que existe na pessoa que amamos e que é capaz de nos fazer abrir mão do que sempre desejamos?

Construímos nossas crenças, absorvemos tantas outras como se elas fossem nossas, e talvez, nunca foram ou serão um dia. E, de repente, estamos diante de um outro que faz tudo isso cair por terra.

É nesse momento que as dúvidas nascem: do que estamos dispostos a abrir mão para viver uma história a dois? Qual preço teremos que pagar para deixar pelo caminho um desejo que, em determinado momento, perdeu a relevância diante da companhia de quem amamos?

Definitivamente: é a completude individual que nos sustenta. Se eu precisar ter um carro para ser feliz, se eu precisar de um companheiro, se eu precisar de uma casa na praia, se eu precisar de qualquer coisa que seja externa a mim para me sentir bem, muito provavelmente, tudo que eu tiver que abrir mão para estar com outro vai pesar mais adiante. 

Mas, quem é a pessoa que você é, independente das tempestades? É exatamente esta pessoa que lhe acompanhará até o final da jornada: você com você mesmo, você com as escolhas que fez, você se sentindo em paz, mas nem sempre feliz, acima de qualquer cenário. 







É normal sentir tristeza no fim do ano?

Sentir tristeza no fim de ano
Depois de um longo processo, você percebe que as datas comemorativas não fazem sentido. Afinal, não "moram", obrigatoriamente nelas, nossas alegrias! Nosso bem-estar reside, por exemplo, no encontro para uma cervejinha com os amigos, marcado num sábado qualquer. Naquele dia que o bom mesmo é ficar em casa lendo um livro, no cinema combinado com a amiga sumida, na meta cumprida do trabalho, no filho que fala uma gracinha num domingo à tarde, ou mesmo, num desses encontros fortuitos que ressignificam nossas crenças. Bem-estar a gente sente (ou não) é no dia a dia! Se vai ser na noite de Natal, na virada do ano, não interessa e nem devemos nos sentir obrigados a tal. Para cada dia, devemos nos dar o direito de viver uma história! E, por isso mesmo, temos também o direito de nos sentirmos tristes em datas, que tradicionalmente, a sociedade impõe como dias felizes. 

Cinco frases de amor

Cinco frases de amor
Segundo o dicionário Aurélio, um dos primeiros significados da palavra amor, é "sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração; grande afeição ou afinidade forte por outra pessoa."
Semântica à parte, amor é o que nos sustenta, que nos movimenta, nos tira do lugar comum, da imobilidade. Amor é o que te faz acordar, te ensina a perdoar, a ir adiante. E em tempos que as notícias ruins têm mais cartaz que as boas, separei cinco frases de amor para inspirar seu final de ano. Confira: 

"Vou procurar um amor bom para mim - no qual me reconheço e me reencontro, me refaço e me amplio, me exploro, me descubro - se minha imagem interior me levar a isso. O amor mais que tudo nos revela: manifesta nossas tendências, o que preferimos e escolhemos para nós."
Lya Luft

"Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Uma solidão de artista e um ar sensato de cientista… tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna."
Caio Fernando Abreu

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"
Fernando Pessoa

"O casal feliz que se reconhece no amor desafia o universo e o tempo; basta-se, realiza o absoluto."
Simone de Beauvoir

"Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil."
Clarice Lispector

Frase sobre liberdade e desejo

Frase sobre liberdade e desejo
"Desejo a liberdade da palavra sincera, pois não acredito na prisão das correntes imaginárias. Que sejamos guiados pelos nossos desejos e o legítimo direito de também não desejar. Mas, que jamais, nesses tempos de maturidade bem-vinda, nos enganemos como crianças medrosas, receosos de assumir as consequências de nosso não e nosso sim."

A mulher que desejo ser


A mulher que desejo ser
"Se a minha vida é feita daquilo que escolho, ela também é consequência de tudo que não escolho. Quando não tenho coragem de colocar um ponto final em uma história, que na prática, já acabou, eu estou escolhendo não ser a dona da minha própria vida"

Quando eu prefiro, por um momento, ou meses, ou anos, não ser a responsável pelas minhas decisões, na prática, estou me deixando guiar pelo acaso. Mas, quando eu tenho coragem de enfrentar o “não” que digo a todas as coisas que me deixam infeliz, eu tenho que saber, que também posso enfrentar momentos difíceis. Porque a vida é isso: você opta por um caminho e não sabe exatamente o que virá. O que você pode fazer é simplesmente dar o melhor de si... Mas, o medo do futuro ou da solidão, muitas vezes, é maior do que a tristeza de um relacionamento ruim.
Não é você com os valores que são fundamentais “para você”. É você e sua família, é você e seus amigos, é você e as pessoas estranhas fazendo perguntas simplórias sobre questões muito mais complexas do que um simples “sim” ou “não”.
Na prática, é você querendo ser você, mas com uma multidão de gente fazendo as mesmas coisas, porque todo mundo faz assim. E você, vai fazer igual, ou vai fazer do seu jeito?
Vai ser a mulher que se divorcia, em uma cidadezinha do interior, e é apontada na rua como “separada”? Ou vai ser a mulher que se divorcia porque precisa ser feliz? Essa figura que se divorcia escolheu o não para aquele casamento. Mas, o ser humano que ela será depois disso, é o que realmente importa!
Eu quero ser como essa pessoa que diz não e sim, mas principalmente, essa mulher que sabe exatamente o que ela será depois de suas escolhas. Eu quero ser a mulher que não se abala com perguntas tolas sobre uma vida que as pessoas não sabem como é. Eu quero ser a mulher que é ela, em essência, e não aquela que anda nos mesmos trilhos dos outros. A mulher, que assumindo as consequências de seus desejos, está em paz consigo.
Eu não quero ser a mulher solteira ou casada. Eu não quero ser a fêmea que tem ou não tem filhos. Eu não quero ser aquela, que ao contrário das amigas, não se casou. Eu não quero ser a mulher que escolheu cursar Medicina simplesmente para ter status e dinheiro. Eu não quero ser a figura de cabelos lisos porque está na moda. Nem tão pouco usar os mesmos vestidos, para me tornar igual, em uma vitrine onde serei escolhida.
Eu quero apenas ser a mulher que está em paz com o que é. Eu quero ser a mulher livre dos outros. A que escolheu Pedagogia por amar lecionar, a que escolheu estar sozinha, porque sabe o que deseja de um relacionamento, a mulher que tem os cabelos crespos porque se sente bonita, a mulher que veste saias de borboletas para voar por aí. A mulher que assume suas escolhas. Essa é a mulher que eu desejo ser!